Banu Haqim – Assamita (Clã – Vampiro a Máscara)🥇

Os Banu Haqim são um dos Clãs disponiveis para os perosnagens jogadores no RPG Vampiro a Máscara 5° edição, são eles:

Banu Haqim (Assamitas) – Brujah – Gangrel – Hecata (Cappadocios, Giovanni e linhagens similares) – Lasombra – Malkaviano – O  Ministerio (Formalmente os “Seguidores de Set”) – Nosferatu – Ravnos – Toreador – Tremere – Tzimice – VentrueCaitiffSangue-fraco

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Vampiro A Mascara 5 edição Português [Tradução Completa]🥇

Banu Haqim no V5

Apelidos dos Banu Haqim: O Clã da caça, Assassinos, Crianças de Haqim, Sarracenos, Mediadores, Homens da Lei, Assamitas.

Os Membros do Clã da Caça já foram mercenários, caçadores de recompensas e matadores de aluguel entre os Cainitas. Quando um vampiro queria uma sentença final de morte executada sobre um colega, sem nenhuma conexão entre a fonte e o alvo, eles contratavam os Assamitas para despachar um assassino. Por uma taxa de vitae enviada de volta ao lar ancestral do clã, o Filho de Haqim executava essa sentença sem escrúpulos morais.

Nas noites atuais, o papel global do clã mudou. Divididos, os Banu Haqim que adoram Ur-Shulgi e deram as costas ao Islã, ainda praticam rituais internos relacionados à amostragem e armazenamento de vitae vampírico. Rumores de diablerie em massa alimentam o medo de que esses Membros do clã queiram nada menos que o fim de todos da sua espécie. Esses legalistas, escondidos na fortaleza de Alamut, expulsaram mais da metade do clã para quebrar as amarras de seu passado encharcado de sangue. E ao fazê-lo, eles atraíram a atenção da Camarilla.

O que fez com que os demais Banu Haqim que encontraram refugio na Seita nas últimas noites, fossem vistos mais uma vez como um potencial pilar da Torre de Marfim. Os exilados juramentados a Camarilla, passaram a controlar setores de seus domínios, ganhando especificamente influência sobre o rebanho envolvido na lei e na quebra da mesma. Os Banu Haqim islâmicos, que mantiveram-se firmemente fora da influência dos Ur-Shulgi, são conhecidos como leais campeões da Ashirra, e como os ocidentais e orientais, encontraram inimigos comuns nas revoltas do Sabá e dos Anarquistas, e em vista disso, a idéia da Camarilla buscando uma aliança com O Clã da Caça vem parecendo cada vez mais razoável.

Os Filhos de Haqim afirmam que seu fundador era o juiz de todos os vampiros. E agora dentro da Camarilla eles mantêm seu legado, reivindicando rebanhos e contatos dentro dos departamentos de polícia, forças de segurança e patrulhas de fronteira. Eles também detêm o domínio sobre segmentos do crime organizado. O clã controla os mortais nesses setores, alguns para o Abraço, outros para serviço, mas principalmente para manter um carta valiosa nas cidades da Camarilla. Quando os outros clãs querem que um mortal problemático cale a boca, os Banu Haqim exercem a lei através desses seus lacaios.

O Pacto de Odense

Três coisas aconteceram para tornar a admissão dos Banu Haquim uma possibilidade dentro da Camarilla: A primeira foi a partida dos Brujah; a segunda foi a perda dos Tremere em Viena; a terceira foi a Cruzada da Gehenna do Sabá, que deu um inimigo em comum a ambos nos campos de batalha nas terras natais do clã no oriente. Quando muitos infiéis seguidores de Ur-Shulgi pareceram se juntar, ou pelo menos ajudar, os incrédulos Cainitas, a dedicação a esse pacto se fortaleceu como aço damasco.

A Camarilla sentia-se enfraquecida pela guerra e pela ascensão da Inquisição, mas ainda estava em posição de negociar forças. O antigo inimigo dos Banu Haqim, os Tremere, estavam paralisados e uma vaga aguardava a presença dos Assassinos. Pode surpreender a muitos que a Camarilla tenha realizado reuniões com ambos os amaldiçoados dos Seguidores de Set e dos Haqimitas na mesma noite para decidir a qual dos dois a Seita se juntaria, mas assim eles o fizeram.

“Ministério”, como eles se apresentam nessas noites, encontrou Justicares em uma cidade qualquer, enquanto os Banu Haqim encontram os representantes da seita em alguma cozinha de uma cidade dinamarquesa irrelevante. A reunião dos Setitas foi opulenta e escondida atrás de um encontro da OTAN no mesmo hotel.

O encontro com o Clã da Caça foi ignominioso e fora de vista. O deles explodiu. O dos Haqimitas não. A Camarilla lançou as mortes daqueles Justicares aos pés dos Setitas. Mais tudo indica que foram os Juízes. Eles sabiam exatamente o que eles estavam fazendo e asseguraram sua posição na seita ao seu modo.

Não pense que os Banu Haqim também são inocentes na destruição da Capela Tremere. Alguém vazou para a Inquisição a localização exata do santuário dos Usurpadores naquela capital. Alguém odiou os Tremere por meio milênio. Alguém se beneficiou do prejuízo Tremere. Os Filhos de Haqim sempre foram considerados fanáticos assassinos, mas carentes de nuances. Parece que eles jogaram a Jyhad melhor do que qualquer um.

 

Quem são os Banu Haqim?

Os juízes dos Banu Haqim estão divididos entre sua sede hereditária e sua paixão pela justiça. Os Juízes há muito tempo se separaram da Sociedade Vampírica para melhor executar as suas severas penas capitais. Mas isso está prestes a mudar. Um cisma divide o clã entre os seguidores do recém-acordado Matusalém, Ur-Shulgi, e os Guerreiros e Vizires Islâmicos abraçados muito tempo depois que o clã abandonou seu implacável culto ao sangue. Alamut – a base escondida de operações dos Filhos de Haqim em algum lugar no Afeganistão – caiu inteiramente para os cultistas de sangue, que se preparam para proferir seu julgamento sobre seus irmãos, e os mais sábios Haqimitas agora são condenados exilados de sua antiga casa. A maioria deles se juntou à seita de fiéis Membros Muçulmanos: os Ashirra, ou estão buscando asilo e filiação plena na contraparte ocidental da seita – a Camarilla.

Quer sejam cultistas ou guerreiros da justiça, todos os Filhos de Haqim aderem a algum tipo de código restrito, sejam as leis do sangue de Ur-Shulgi, uma vingança pessoal, a constituição americana, alguma obscura variante da lei islâmica ou até teorias pós-modernas de opressão. Mas como bem sabemos, nenhum vampiro é livre de interesses pessoais. E a verdade incômoda é que os Filhos escondem seu desejo incontrolável pela diablerie por trás de uma rigorosa ideia de certo e errado. Para os Juízes, alguém é sempre culpado. E os culpados devem ser punidos, tendo suas almas sugadas através de suas artérias, para tornar o Juiz mais forte em preparação para o próximo assassinato justificado.

Os Banu Haqim incluem uma gama diversificada de caçadores, juízes e assassinos. Embora o foco do clã no julgamento freqüentemente se manifesta no ato de lidar com a morte, os mortais Abraçados no clã são tanto estrategistas e estudantes de direito, quanto eles são caçadores de recompensa, soldados, policiais e assassinos treinados. Os laços geográficos do clã também fazem com que a maioria dos membros abraçados sejam de algum momento entre o ano 600 da Era Comum, e o início do século XX, de uma das denominações da crença islâmica. Os Banu Haqim mais velhos tendem a adorar o Sangue sobre qualquer fé mortal. Jovens membros do clã vêm de qualquer lugar ou cultura do mundo, e enquanto alguns se convertem ao islamismo após a morte, a maioria dos Haqimitas modernos mantém a fé de seus dias de respiração e são respeitados por isso.

Nas noites modernas, os Banu Haqim visam mortais capazes de avaliar e lidar com ameaças, impondo leis e tradições através da força de sua personalidade ou habilidades e, é claro, assassinos que possam contribuir para os objetivos do clã. Os Banu Haqim ficam de olho nos veteranos de guerra, especialmente aqueles que estão em desgraça ou foram feridos em combate. Eles oferecem a imortalidade, uma chance de redenção e propósito. Tais mortais se tornam Neófitos valorizados em suas fileiras.

Os Banu Haqim são mais do que um clã de assassinos descendentes de al-Ḥashāshīn, embora tenham adotado muitas práticas dessa seita mortal. Os Vizires e Guerreiros do clã descendem de diferentes linhagens de Haqim. Cada um se sente compelido a abraçar diferentes mortais, com os Guerreiros tendendo para os inclinados marcialmente, enquanto os Vizires drenam e transformam aqueles com poder político e legal. A conexão entre os dois é lei. Dentro da Ashirra e Camarilla, os seus Membros sempre se esforçam para manter e cumprir a lei, tornando crítica a sua escolha de potenciais novas crias.

 

Arquétipos Banu Haquim

Banu Haqim Assamita Arquetipos

Estudante de Direito

Os Banu Haqim valorizam a compreensão da lei e da tradição, freqüentemente abraçando especialistas legais para ajudar a modernizar (ou pelo menos tornar mais relacionáveis) as expectativas dos Membros de todos os clãs. Esse Filho de Haqim ainda estava estudando direito quando se transformou em um vampiro, e de repente os seus limites mudaram. Não estando mais restrito às versões do século XXI da lei mortal, ele agora é um especialistas na lei dos Membros. Tal Filho de Haqim impõe respeito entre os Vizires.

Sindicalista

Saber quando colocar os pés nas ruas, quando armar e derrubar um homem, e quando reter e simplesmente recusar-se a ajudar um tirano coloca este Filho de Haqim à parte dos estereotipados membros da lei de seu clã. O sindicalista veio de um contexto em que conhecer as lacunas legais e como encorajar os outros a entrar em ação era parte integrante de seu sucesso.

O Árbitro

Essa criança de Haqim pode ter sido um delegado na vida ou na morte. De alguma forma, ele era um executor do julgamento, talvez ocupando uma posição de poder moral como padre, imame ou líder comunitário em uma pequena cidade ou município. Sua capacidade de exercer as leis levou ao eventual abraço.

Mercenário

Em seus dias mortais, este Filho de Haqim era um assassino, puro e simples. Talvez com um histórico militar, de aplicação da lei ou de segurança, mas com a mesma probabilidade de ser um indivíduo com impulsos assassinos. Pelo menos um de seus atos letais chamou a atenção de um senhor Banu Haqim. Agora, esse personagem continua a viver pela arma, pela faca, pelo veneno ou pelo seus próprios punhos, mas com toda a legitimidade de um mercenário contratado.

Estudioso do Sangue

Os Banu Haqim são conhecidos por sua obscura magia do sangue e reverência ao Vitae, mas este vampiro era um erudito de sangue antes do Abraço. Seja um membro de um grupo de estudo Sufista, um cultista em uma religião marginal ou um carniçal a serviço de um taumaturgo, as atividades desse mortal atraíram as atenções dos Banu Haqim, e ele foi colocado para trabalhar interpretando a vontade do Sangue, e também em maneiras de subvertê-lo.

 

Disciplinas:

FEITIÇARIA DO SANGUE (Link Feitiçaria de Sangue no V5)

O poder de envenenar vitae e usar o Sangue como uma arma contra os outros, assim como o de peneirar a verdade através da manipulação do Sangue. Os Banu Haqim mantém estrito os segredos de sua Feitiçaria de Sangue. Os guerreiros do clã tipicamente buscam uma forma de magia do sangue conhecida como Quietus, que fornece aos seus praticantes habilidades assassinas, enquanto os vizires se aprofundam em aspectos rituais versáteis, recolhendo segredos do Sangue e de outros.

CELERIDADE (Link Celeridade no V5)

A capacidade de se mover e reagir mais rápido do que o humanamente possível. Os Filhos de Haqim usam a Celeridade para efeitos aterrorizantes. Muitos são hábeis no seu uso antes de todas as outras Disciplinas, para confiar na velocidade do julgamento antes que a dúvida possa retardar uma lâmina na garganta. Hesitação leva à morte de um vampiro. Ao alimentar-se, os Banu Haqim dançam em um dervixe bebedor em seus receptáculos preferidos, entrando e sugando o suficiente antes de desaparecer tão rapidamente quanto apareceram.

OFUSCAÇÃO (Link Ofuscação no V5)

A capacidade de se transformar em sombras, criar uma aparência ilusória ou desaparecer de vista. Os Banu Haqim perseguem suas presas à sombra, seja como um meio de alimentar-se discretamente ou de entregar a morte final a um alvo sem a cerimônia do desafio formal. Alguns Banu Haqim utilizam esta Disciplina para testemunhar um alvo cometendo um crime antes de julga-lo.

 

Maldição e Fraqueza de Clã

Os Banu Haqim são atraídos para se alimentar daqueles que merecem punição. Isto é especialmente válido para o Sangue de vampírico, a própria essência da transgressão. Quando um dos Juízes prova o Sangue de outro Cainita, é muito difícil parar. Satisfazer-se com pelo menos um nível de Fome de Vitae Vampírica provoca um teste de Frenesi de Fome (Ver Regras Básicas, p. 220) no Banu Haqum com uma Dificuldade de 2 + Severidade da Maldição. Se o teste falhar, eles bebem vorazmente o Sangue vampírico, às vezes chegando até mesmo a diablerizar sua vítima. Isso apresenta muitos problemas quando os Banu Haqim se integram às fileiras da Camarilla, que tende a ver os praticantes do Amaranto como um anátema.

 

Compulsão do Clã: Julgamento

O vampiro é compelido a punir qualquer um que pareça transgredir o seu credo pessoal, tomando seu sangue apenas como vingança pelo crime. Por uma cena, o vampiro deve saciar pelo menos um de Fome de qualquer um, amigo ou inimigo, que age contra uma convicção deles. Não fazer isso resulta em uma penalidade de três dados em todas as jogadas até que a Compulsão seja satisfeita ou a cena termine. (Se o alvo da compulsão também for um vampiro, não se esqueça de testar o frenesi de fome induzida pela Maldição.)

 

Referências e Fontes:

  • Vampire: Camarilla 5th edition, pg. 158 – 168

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Vampiro A Mascara 5 edição Português [Tradução Completa]🥇

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